sábado, 12 de março de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Infográficos para o ensino da matemática
Utilizar infográficos para o ensino da matemática é uma forma de transmitir com melhor aproveitamento o conteúdo a ser passado aos discentes, pois as características infográfica possibilita relacionar textos científicos, imagens, símbolos, tabelas gráficas e palavras. Dessa forma a aula se torna mais dinâmica, buscando uma atenção maior do aluno e a interação do mesmo.
Alguns exemplos a seguir sugerem ideias para utilização de infográficos para o auxílio ao ensino da matemática.
Perguntas elaboradas com várias informações, com a utilização do infográfico é possível uma assimilação mais fácil, pois designer e as cores dão um devido destaque a todas as informações a serem utilizadas.
A utilização do meio infográfico para demostrar formulas matemáticas juntamente com imagens.
A diversidade de informações podem ser utilizadas em uma única imagem possibilitando a elaboração de diversas questões, proporcionando uma melhor visualização do problema, utiliza do dados gráficos e figuras ou desenhos com formato geométricos.
Katy e Wilclefes
Infográfico: sala de aula invertida é tendência cada vez mais próxima
Pesquisa diz que a sala de aula invertida é uma tendência que deve ser adotada em um ano. Entenda mais sobre esse modelo educacional
Segundo a previsão feita pela pesquisa NMC Horizon Report: 2014 Higher Education Edition sobre as principais tendências da educação mundial, a sala de aula invertida é uma técnica de ensino que crescerá ainda mais no próximo ano. Mas, você sabe o que é ela?
Infográfico: sala de aula invertida é tendência cada vez mais próxima
A sala de aula invertida é um modelo no qual os alunos assistem aos videoaulas, áudios e materiais interativos em casa, enquanto na escola tiram dúvidas e têm tempo para desenvolver projetos e trabalhar em equipe – rotina que é inversa à adotada pelas instituições convencionais.
De acordo com o estudo, as salas de aula invertidas têm crescido devido ao melhor aproveitamento dos encontros presenciais, o que é considerado fundamental para o professor Dr. Stavros P. Xanthopoylos, vice-diretor do IDE/FGV e vice-presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED): “É no encontro tácito que ocorre o aprendizado em si e, portanto, ele vale muito”. Além do mais, os professores podem usar os dados das atividades online para planejar aulas que atendam às necessidades da classe.
A professora mestre da Unicamp Gabriela Celani concorda e defende que “o melhor aproveitamento do encontro presencial é uma grande vantagem porque as inovações são resultado da troca de ideias entre pessoas.”
As vantagens não se restringem às paredes das salas: o modelo promove o autoconhecimento dos alunos e os ajuda a desenvolver habilidades bem quistas no mercado profissional, como a capacidade de resolver problemas e de argumentar com confiança.
Mas, e no Brasil? Segundo o Professor Stavros, o modelo ainda é pouco utilizado. “Na Inglaterra, por exemplo, a sala de aula invertida sempre foi usada. No Brasil, deve levar ainda alguns anos para se estabelecer”, afirma.
Portanto, se você deseja ter alunos mais criativos e que trabalhem bem em equipe, daqui a algum tempo provavelmente terá nas salas de aula invertidas mais uma fonte de inovação.
Fonte:
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2014/03/21/1090080/infografico-sala-aula-invertida-e-tendencia-cada-vez-mais-proxima.html
Infográficos
O que são infográficos?
Infografia ou infográficos são representações visuais de informação. Esses gráficos são usados onde a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em mapas, jornalismo e manuais técnicos, educativos ou científicos. É um recurso muitas vezes complexo, podendo se utilizar da combinação de fotografia, desenho e texto.
No design de jornais, por exemplo, o infográfico costuma ser usado para descrever como aconteceu determinado fato, quais suas conseqüências. Além de explicar, por meio de ilustrações, diagramas e textos, fatos que o texto ou a foto não conseguem detalhar com a mesma eficiência.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Infografia
Infográficos do Portal do Professor - MEC
Infográficos animados sobre diversos assuntos relevantes para serem discutidos dentro e fora de classe. Disponível em Portal do Professor:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/link.html?categoria=372
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Que tipo de professor eu sou?
Nós, professores atuantes no ensino-aprendizagem de qualquer
disciplina, em dado momento de nossas vidas, certamente nos questionaremos a
respeito do tipo de professor que somos. De fato, este é um tema que exige
bastante reflexão, pois são muitas as variáveis envolvidas para que consigamos
chegar a uma resposta clara quanto ao tipo de professor que somos.
Devemos levar em consideração que somos o resultado de
nossas experiências como seres humanos, como eternos aprendizes e de nossa
percepção da questão aprendizagem/ensino (enquanto aluno) e de
ensino/aprendizagem (enquanto professor). Além disso, é importante destacar que
o processo de formação de um professor começa muito antes do curso de
graduação, ele tendo noção quanto a isso ou não.
As estratégias usadas para aprender durante sua vida antes e
durante o ciclo escolar, o meio em que foi criado, a influência das diversas
pessoas que passaram por sua vida, os tipos de ensino a que foi exposto, os
livros que leu, as decepções que sofreu, os desafios que superou entre tantos
outros acontecimentos, são peças nesta construção por acabar que é o ser
professor.
O breve olhar de um professor em seu passado já lhe permite
lembrar os muitos modelos que passaram por sua vida e, também, o reflexo deles
no modo como se ensina.
Quais estratégias preservou em seu ensinar, quais aboliu por
discordar, quais substituiu e o que o motivou a isso, quais resignificou? É
clara a influência destes modelos ou é preciso uma observação mais metódica
para se enxergar estes outros docentes que o compõem?
Suas crenças do que é ser um bom ou mau docente, a motivação
pela escolha da carreira - vocação, meio de subsistência, carreira, ocupação ou
emprego1, sua busca por aprimoramento, a fé no outro (neste caso os alunos), a
vontade de fazer diferença na sociedade tendo o poder de influenciar positiva
ou negativamente um outro ser, são itens que mostram que tipo de professor você
é.
Uma única resposta para esta pergunta “que tipo de professor
eu sou?” é algo que é difícil de definir, pois, no minuto seguinte já há a
possibilidade de ser um docente melhor sendo este ser em eterna evolução.
No entanto, vale muito a reflexão sobre que tipo de docente
você é hoje, que tipo de docente você quer ser e o que precisa fazer para
atingir isto. Aqui vão algumas dicas:
- Trace paralelos;
- Crie metas;
- Registre as
mudanças que for percebendo e
- Lembre-se de que
sempre é tempo de deixar para trás modelos que nos prendem e seguir adiante
resignificando nossas práticas.
1. O autor Kumaravadivelu em seu livro Beyond Methods.
Macrostrategies for Language Teaching (Yale University Press, 2003) diz que
experiências diversas levam a diferentes percepções de ensino, como por
exemplo, ensinar por:
- vocação: um
chamado, desejo de servir;
- carreira:
envolvimento de longo prazo, mas sem realização pessoal;
- ocupação: nenhum
senso de chamado para servir;
- emprego: atividade
que provem sustento;
- trabalho: pode
prover um sentido pessoal, mas não necessariamente significa servir;
- profissão: enfatiza
contribuição social para a sociedade.
Autor: Sueli Bittencourt Belisário
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
A formação continuada dos professores de matemática
FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA
“Na abordagem tradicional, a formação de professores consiste no processo de aprendizagem do ofício do ensino, o qual é realizado fundamentalmente por tentativas por parte dos professores em formação, que evidencia uma separação clara entre a teoria e a prática do ensino, surgindo a prática como o elemento fundamental para adquirir o ofício de professor. O professor deixa de ser objeto para passar a ser sujeito da formação e seu desenvolvimento profissional é, no essencial, decidido por ele” (Rogério Marques Ribeiro – UNIP e FG).
“A formação continuada simboliza um elemento de grande importância para o desenvolvimento e desempenho profissional do docente ao longo de sua trajetória. Por meio desse processo de formação continuada, o professor constrói e reconstrói conhecimentos que, articulados com sua prática cotidiana, produzirão saberes que o nortearão em sua tarefa primordial, o ensinar, para que seja desenvolvida de forma adequada e significativa.“ (Leila Cunha de Albuquerque, Cleyton Hércules Gontijo - UnB).
CURSOS DE FORMAÇÃO CONTINUADA NA ÁREA DE MATEMÁTICA
“Materiais Virtuais Interativos para o Ensino da matemática” - UNIJUÍ
“O uso da informática no ensino da matemática na educação básica” - UNIJUÍ
“PROFMAT - Formar cinquenta por cento dos professores da educação básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu e garantir a todos formação continuada em sua área de atuação"
Rede Nacional de Formação Continuada de Professores, o qual tem como área de aprimoramento a educação em matemática, com enfoque na educação básica dos sistemas públicos de educação. Ministério da educação (MEC)
Formação Docente: alguns apontamentos
Formação docente: Alguns apontamentos
Mapa conceitual
Mapa conceitual extraído do texto: Formação docente: Alguns apontamentos; de Elza Silva e Ana Cristina
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
RELAÇÕES DE GÊNERO E PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE
RELAÇÕES DE GÊNERO E TRABALHO DOCENTE
Mapa conceitual
Katy e Wilclefe
Artigo : Relação de Gênero e precarização do trabalho docente
Disponível em: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/revista/edicoes/33e/art16_33esp.pdf
Disponível em: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/revista/edicoes/33e/art16_33esp.pdf
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
A história da formação do professor
A história da formação do professor
A
formação de professores passou por diversas mudanças no Brasil.
Após o golpe militar, foi iniciado um novo modelo de formação, a
Escola Normal, porém, esse modelo foi finalizado logo depois das
reformulações da Lei de Diretrizes de Base da Escola Nacional,
afirmando que o ensino médio deveria ter junto a sua formação um
curso profissionalizante, mas como existiam várias modalidades do
ensino médio, a determinação das políticas públicas foi que
haveria um único formato para todos os ensino, cessando assim, as
Escolas Normais e admitindo a formação do magistério junto ao 2º
grau do ensino médio.
Esse
fato influenciou na perda de qualidade na formação de professores
do ensino primário, pois na Escola Normal havia um melhor preparo
comparado com a formação do ensino básico oferecida no ensino
médio; havia uma total dedicação na formação daqueles
professores que iriam lecionar nas séries iniciais, proporcionando
uma didática diferente trabalhando com mais especificações em
relação as matérias ensinadas.
Havia
também, o fato que um professor formado em um curso superior,
poderia lecionar tanto no ensino primário quanto no ensino médio,
no entanto, isso não era adequado para o ensino primário, pois ele
não recebia uma preparação ideal para trabalhar com crianças.
Quanto ao ensino médio, existiam professores que mudavam
constantemente de matérias lecionadas, ou seja, não estavam
inteiramente voltados ao preparo dos alunos que iriam lecionar nas
series iniciais, gerando uma perda maior na preparação do professor
tanto do ensino primário como no médio.
Esse
fato também acarretou na diminuição do números de alunos
interessados em lecionar, com isso, houve um aumento na carência de
professores, levando a quase extinção da habilitação do
magistério. E dado os fins, a única alternativa eram os cursos de
pedagogia e as licenciaturas.
O
curso de pedagogia por sua vez, forma precariamente o professor
primário, pois forma ao mesmo tempo professores para as séries
iniciais, nos locais onde há habilitação magistério esse mesmo
professor será responsável pela formação dos alunos que deveriam
ser preparados para lecionar e desempenha o exercício de gestão
escolar. Ora, logo não é possível formar em 4 anos um profissional
bem preparado para exercer essas funções.
Síntese do vídeo: Entrevista- formação de professores; com o professor Marcos Lorieri.
linke do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=O6TjwHId4wM
Katy e Wilclefes
Formação de professores
Síntese do texto de Bernadete Gatti
O futuro professor vai encontrar na sala de aula uma heterogeneidade em relação aos seus alunos, esses vêem de famílias diferentes, tem crenças religiosas diferentes o que acarreta comportamentos diferentes por parte de seus alunos.
O professor tem que ter consciência de como será a escola, pois durante a sua graduação ele em nenhum momento é apresentado a realidade escolar, causando um impacto muito forte no seu primeiro contato com a escola, ou seja teria que ter uma junção entre a teoria e a prática do ensino.
É preciso valorizar salário do professor, pois os mesmos “investem” alto na sua formação e não recebem um retorno financeiro adequado, tendo muitas que trabalhar em mais de uma escola.
O professor tendo um salário adequado, pode se aproveitar mais o seu talento, maximizando seu trabalho escola, ele não vai ficar restrito a sala de aula.
Também é preciso escolher melhor os conteúdos que vão ser ensinados para que o processo educativo se torne algo valorativo, ético e dinâmico e saber a partir deles realizar um processo de troca, de conhecimentos, experiências e saberes que se concretizam na educação.
Wilclefes e Katy.
videos:
https://www.youtube.com/watch?v=42MugNVgQHI
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
A Trajetória inicial da profissão docente no Brasil
Mapa conceitual
A trajetória inicial da profissão docente no Brasil, de SILVA, Elza SOUZA, Ana Cristina.
Wilclefe e Katy
domingo, 24 de janeiro de 2016
A Docência no Brasil
A Docência no Brasil
A docência no Brasil ao longo dos últimos anos vem sendo modificada seu conceito, devido ao fato deste ser permeado por contradições que transitam em torno da desvalorização da figura do professor e da educação como um todo, para a necessidade de valorizar o que se tem em mente trazendo à tona a importância do profissional na educação para a construção de práticas que tenha como pilar a cidadania e a democracia. Colocando em pauta que a docência se constitui em um processo reflexivo que se fundamenta a partir do saber, do saber fazer de troca de saberes e de como o saber é adquirido e transmitido de um indivíduo para o outro.
Nesse sentido tem tanto no professor quanto no aluno as figuras centrais para que o processo ensino e aprendizagem se concretizem, daí a pensar na docência enquanto totalidade, que perpassar os fatos e ações imediatas de transmissão de conteúdo das disciplinas da grade curricular. E que tem como foto tornar a educação num processo intrínseco a realidade e as formas como os alunos vivem, convivem e se relacionam no cotidiano, bem como no conhecimento que trazem para o ambiente de sala de aula.
O processo educativo torna-se então algo valorativo, ético e dinâmico, em que o ensinar é mais do que transmitir conhecimentos, é vê as (inter)relações, e saber a partir delas realizar um processo de troca, de conhecimentos, experiências e saberes que se concretizam na educação. É preciso pensar em docência, ou ser docente observando este como um processo reflexivo e de mudanças, que visa a formação pautada no horizonte da cidadania e no reconhecimento do aluno e do professor enquanto sujeitos ativos, críticos, propositivos, no intuito de transformar a realidade, participando do processo de tomada de decisão. A docência vai além de práticas pragmáticas e da alienação. A docência proporciona o despertar da consciência crítica, levando ao sentimento de pertencimento no processo do saber e do ensinar.
Desse modo vê-se que no Brasil a docência tem sua importância para a formação de cidadãos, e diante disso, o papel do professor é fundamental, pois é ele que vai proporcionar a troca de experiência e saberes que constitui o processo ensino e aprendizagem.
Mas para a educação seja concretizada por meio da docência é preciso envolvimento, empatia e relacionamento entre professor e aluno partindo do ponto de que ambos possuem saberes que dever ser valorizados. Mesmo assim é preciso ter em mente que mesmo diante das dificuldades realizadas ser professor e tornar-se professor é fundamental.
Wilclefe.
Generosidade Pedagógica
Segundo Paulo Freire
Ensinar não é apenas transferir conhecimento, o
professor deve buscar se aperfeiçoar para que posa ser um eterno educador,
segundo o livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire, “o professor precisa
pensar na sua pratica para despertar no educando a criticidade”, ele precisa
repensar a sua pratica a todo momento e estimular o alunos a criticar a realidade
concreta a que estão submetidas, ou seja, ter opinião e pensar certo, agir certo.
Pesquisar, ensinar e
aprender, essa é a generosidade pedagógica, um triangulo que forma a essência
do professor que deve sempre buscar novas ideias, conceitos, ser humilde em
ouvir o outro e respeitar os conhecimento que o aluno trás de casa ou da escola;
no ato de ensinar deve haver troca de conhecimento entre o docente e o educando,
essa transferência de conhecimento entre professor e aluno gera aprendizagem
para ambos.
Katy Fazane
Pesuisa sobre Paulo Freire: http://www.paulofreire.org/
Profissão Docente no Brasil
Aula de profissão docente
Ser professor no Brasil é uma escolha de poucos, a
desvalorização faz com que a maioria procure outros rumos, acaba sendo a
docência uma escolha difícil, mas apesar da desvalorização do cargo, alguns
dedicam a vida pela simples realização que proporcionam o ato de lecionar.
Transpor o conhecimento, formar e transformar vidas é sim, tarefa do professor;
apesar das críticas, da falta de reconhecimento apenas aqueles que se dedicam
com a alma a ser "professor" não necessitam de prestígio, pois é
suficiente o fato de acordar todos os dias realizado e satisfeito por ser um
profissional que participa da construção de todas as outras profissões, constrói vidas!
Autores: Katy e Wilclefe
Leiam a
reportagem : http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/carreira/ser-professor-escolha-poucos-docencia-atratividade-carreira-vestibular-pedagogia-licenciatura-528911.shtml
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Mapas conceituas
Aula de Profissão Docente
São
representações gráficas semelhantes a diagramas, que indicam relações entre
conceitos ligados por palavras. Representam uma estrutura que vai desde o
conceito mais abrangente até os menos inclusos. São utilizados para auxiliar a
ordenação dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao
aluno, podendo assim, ser utilizado como instrumento que se aplica a diversas
áreas de ensino e da aprendizagem, como planejamentos, sistemas e pesquisa em
educação.
A
proposta de trabalho dos mapas conceituais está baseada na ideia fundamental da
Psicologia Cognitiva de Ausubel que estabelece que a aprendizagem ocorre por assimilação de novos conceitos e
proposições na estrutura cognática do aluno.
Abaixo estão alguns exemplos de mapas conceituais relacionados a matemática, matéria que escolhemos para futuramente lecionarmos.
Função Afim
Função Logarítmica de Base a
Katy e Wilclefe
Referências: http://penta2.ufrgs.br/edutools/mapasconceituais/defmapasconceituais.html
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